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prima

Nos últimos séculos, artistas de diversas correntes incluíram animais de estimação nas suas obras, imortalizando cães e gatos. Essas pinturas tornaram-se mundialmente conhecidas, e todos os dias, são vistas por milhares de pessoas. Nós vamos usá-las para combater o abandono animal, dando destaque aos verdadeiros protagonistas de cada um dos quadros.

Descubra-os e adote uma obra-prima.

Paul Cezanne: Couple in a Garden, 1873 | Coleção Privada

Zion

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Pintor pós-impressionista nascido no séc. XIX que infelizmente não tivemos o prazer de conhecer. Por outro lado, conhecemos a nossa Cézanne há séculos e podemos assegurar que é uma criatura impressionante, de tão fofa, dócil e obediente que é. Também se torna uma verdadeira artista sempre que tem uma bola ou osso por perto.

Cézanne Cézanne

Claude Monet: Portrait of Mademoiselle Bonnet, 1873 | Fundação Barnes

Shampoo

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Um artista com tudo e mais alguma coisa - talento, dinheiro, sucesso, reconhecimento, vasta obra artística - mas nunca teve um cão que pudesse chamar de seu, muito menos chamado com um nome igual ao seu. Como este de porte pequeno e coração gigante, não percebe nada de quadros, mas consegue estar horas à procura de tesouros escondidos debaixo da terra e dá-se lindamente com outros cães. Por isso, já sabe: se é arqueólogo, mineiro ou designer de jardins, este é o parceiro ideal para si. Se não for nada disso, é ainda mais incrível e na volta ainda arranja um novo hobby.

Monet Monet

Paul Gauguin: D'ou venons-nous, 1897 | Museu de Belas Artes de Boston

Frankie

gauguinu

Artista singular, imortal e irrepetível. Mas como todos os outros pintores, começava numa tela em branco - tão branca como o Gauguin da União Zoófila. Tem quase 6 anos, uma personalidade bem vincada e uma queda para os miminhos feitos com carinho. Como uma pintura, também gosta de se sentir o centro das atenções. Cheio de si e educado, até se digna a cumprimentar as pessoas que chegam perto dele com festinhas nas pernas.

Gauguin Gauguin

Sandro Botticelli: Eventos en la vida de Moisés, 1481-82 | Capela Sistina

Giddy

Botticellit

Nascido na Florença do séc. XV, foi um dos maiores pintores renascentistas de sempre e consta que tinha muitos amigos e algumas amigas. Por falar em amigas, viremo-nos agora a nossa Botticelli, uma cadelinha com pouco mais de 6 anos e estatura minúscula, uma artista diferente que merece ser adotada. Apesar de ainda ficar algo receosa do contacto humano e tender a privilegiar a cãopanhia canina, é um doce que só precisa de carinho, brincadeira e atenção para se sentir em casa e mostrar o seu melhor lado (disclaimer: todos os seus lados são igualmente incríveis).

Botticelli Botticelli

Francisco de Goya: El Quitasol, 1777 | Museu do Prado

Ginginha

Goyay

Espanha sempre nos deu excelentes artistas e o prato forte deste é criar belos e grandiosos quadros. Já a especialidade da nossa Goya é criar cenários de extrema felicidade, pelo menos na vida de quem se decidir a adotá-la. Além dos quase 3 anos e do pêlo médio e liso, tem muita energia e entrega-se com voracidade a qualquer tarefa que enfrente: seja comer, beber água, brincar ou encher alguém de beijos e lambidelas. Apesar de não parecer, podemos assegurar que põe sempre tudo de si naquilo que faz. E bem. Faça o mesmo: ponha as dúvidas de lado e avance com confiança para a sua adoção.

Goya Goya

Édouard Manet: Olympia, 1863 | Museu de Orsay

Ginginha

Manett

Aqui temos um dos maiores representantes do impressionismo francês. E em boa verdade, nós também achamos impressionante que os gatos pretos continuem a ser interpretados como sinal de azar. Ter um gato (preto ou não) é sempre uma benção, e só quem não conhece o nosso Manet pode pensar o contrário. Porque além de ter nome de mestre, este pequenino com quase 4 anos é animado, exótico, ternurento e uma verdadeira animação. No limite, é um sinal de sorte grande, pelo menos para quem o conseguir levar para casa.

Manet Manet

Rembrandt: The Nightwatch, 1642 | Rijksmuseum

Fanfan La Tulipe

rembrandtm

Por um lado, um dos maiores nomes da história da arte europeia e o representante máximo dos Países Baixos nessa vertente. Por outro, e mais importante, uma cadelinha arraçada de Podengo Pequeno Português que já tem o mais difícil, um nome capaz de fazer parar o trânsito. Só lhe falta encontrar uma família capaz de lhe dar o carinho que merece, durante os (muitos) anos de vida que ainda lhe restam. Que tal considerar adotá-la?

Rembrandt Rembrandt

Pierre-Auguste Renoir: Le déjeuner des canotiers, 1880 a 1881 | The Phillips Collection

Batom

renoiro

Além da queda assumida para celebrar a beleza e a sensualidade feminina, foi um dos principais pintores da História. Tal como ele, nós também não escondemos a tendência para abraçar a sensualidade... canina. E o nosso Renoir é a prova viva disso. Um cão maravilhoso, de porte e pêlo médios, brincalhão e amoroso, capaz de trazer uma boa dose de beleza e ternura ao dia a dia de quem decidir adotá-lo. Se precisar de maquilhar a casa com uma alegria sem fim ou de dar outra energia às suas manhãs, já sabe. É uma proposta difícil de recusar, sobretudo com um nome destes.

Renoir Renoir

Johannes Vermeer: Diana and her Nymphs, 1655 a 1656 | Mauritshuis

Keyla Marlina

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Mais um nome incontornável: aqui, na Holanda e em qualquer parte do mundo. Um bocadinho como a nossa Vermeer, uma cadela arraçada de Labrador Retriever praticamente impossível de ignorar. A verdade é que chegou até nós um pouco assustada e tímida, até que aos poucos se foi tornando mais receptiva e amistosa. Hoje, até já faz aquele movimento clássico de quem está mais do que disponível para receber amor: atira-se para o chão de barriga para cima, à confiança, enquanto agita as patas e aguarda pacientemente por todas as carícias que mais cedo ou mais tarde, sabe que vai acabar por receber.

Vermeer Vermeer

Jan Steen: The Family Concert, 1666 | Art Institute of Chicago

Senna

steene

Olha, mais um especialista em retratar a vida contemporânea nas suas obras. E este tinha uma queda acentuada para cenas tão animadas que chegavam a parecer caóticas. Mas nunca tão animadas como o Steen, um bebé muito querido e brincalhão, com menos de um ano, cheio de boa disposição e vontade de interagir com outros animais. Se os animais de quatro patas e longos bigodes são a sua cena, este gatinho pode (e deve) tornar-se a sua perdição. Já consegue imaginá-lo lá em casa? Convenhamos que não é muito difícil.

Steen Steen

Diego Velázquez: Las Meninas, 1656 a 1657 | Museu do Prado

Velazquez

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Aclamado como “o pintor dos pintores”, foi o grande artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha. Contudo, não tão grande como o nosso Velázquez, um cão portentoso, muito nobre, raçudo e que não deixa ninguém indiferente. Ele também não fica indiferente a ninguém, pois sempre que vê alguém a aproximar-se, desata a correr na direção da pessoa, atira as suas longas patas como quem se entrega totalmente e só pára quando recebe a mesma quantidade de carinho e atenção. Mas não se deixem intimidar, é só amor em doses cavalares.

Velázquez Velázquez

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